image Provavelmente todos já deve ter passado pelo microblog Twitter. É lá que lançaram recentemente uma campanha contra o senador José Sarney. Por mais interessante que seja, essa campanha não leva a nada, já que milhares de brasileiros demonstram a ‘raiva’ através de uma única e significativa palavra: “#forasarney”. Há pessoas que nem sabem direito o que essa palavra significa, mas que coloca constantemente em seu perfil do Twitter.

A campanha, como disse anteriormente, não leva a nada, a não ser uma brincadeira entre os usuários do site. Aquela música “Que saudades do Sarney” não está na boca do povo há muito tempo. E com razão, afinal, os que votaram no senador estão mais que arrependidos. E aguardem, essa história vai acabar em pizza – como sempre –, porém o único problema é que vai demorar porque a mídia gosta desse tipo de notícias que vai fazer de tudo para que dure pelo menos algumas semanas.

Barreira

Quando a possibilidade de encontrar novos caminhos entra em nossas vidas, é bem provável que, acompanhados dessa “boa nova”, venha suas consequências – e na maioria delas, acabam colocando uma barreira ainda maior em nosso trajeto.

Estamos no mundo, para vencer. Esse é um dos temas obrigatórios do nosso princípio. Mas você, meu caro leitor, deve estar imaginando: “Para que traçar objetivos e metas a serem cumpridas, para eliminar uma barreira quando você pode  simplesmente ocultá-la de seu caminho? Negativo, caro internauta: para se conseguir o sucesso, é preciso superar as barreiras e jamais escondê-las da nossa força de vontade.

Recentemente, conversando com meus amigos descobri que a maioria deles, lutam para conseguir algo melhor para suas vidas (pessoal e profissional), e isso, é bom. Lutar é o principal caminho para que com suas estratégias alcançe um bom resultado.

Se quero algo novo e bom para a minha vida, devo lutar para isso acontecer, ou você acha que as coisas boas vem do nada em nossas mãos? Diz-se em alguma parte da bíblia, uma frase que vale a pena citar, para os que creem em Deus e até para os ateus: “Esforça-te que eu te ajudarei”.

Ser capaz de se auto motivar para conseguir resultados é o remédio para se livrar dessas barreiras. Para vencer, é preciso lutar com toda a força disponível e não fazer difícil algo que você saiba que esteja em seu alcance, porém pelo desânimo, prefere ‘quebrar a cara’ mais uma vez.

Oportunidades são únicas, as barreiras são muitas, mas a chance de ultrapassá-las são tantas que você nem imagina como seria simples e rápido para vencê-las. Basta traçar uma estratégia e usar do bom senso e da participação total das suas qualidades, para conseguir provar para si mesmo que é um vencedor. Vencer as barreiras, será só uma consequência.

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Já não aguento (sem ¨) mais ouvir falar dessa maledita gripe suína. Mudaram de nome dessa gripe e mesmo assim continuam lá, culpando o coitado do porco pelo mal que virou pandemia e então uma epidemia brasileira.

Cada dia que passa, noto que jornais gostam desse tipo de notícia. Tudo bem, eu sei que falta de notícia leva aos editores noticiar coisas imbecis, mas, repeteco em jornais, ‘façameofavor’. Em que mundo nós estamos? Ou, o que estou fazendo aqui?

Se não tem o que fazer, procure uma Suzan Boyle brasileira e dê-lhe dinheiro o suficiente para investir na carreira de cantora. Por falar em Suzan, lembro-me da bela produção (idiota na minha opinião) do programa mais inteligente do mundo (leve ao pé da letra), Pânico na TV. Em primeiro lugar aquele programa é vagabundagem pura e, quem gosta daquilo são pessoas que não tem (sem ^) cultura. Caso você goste, meu caro leitor, me desculpe pelo incômodo, mas a realidade é essa.

Onde já se viu, um comediante (que não passa de pessoa sem talento) vestir um vestido igual ao de Suzan, colocar seios falsos e bundas malevolentes feitas de travesseiro, ir para um lugar público cheio de pessoas e dublar a música cantada pela escocêsa?! Isso é cultura?

Voltando à gripe, há pessoas que estão ‘entediadas’ só porque não vai poder comer carne de porco. Isso é pura besteira! A carne do porco não passa o vírus da gripe suína para ninguém. Quanto à higiêne das pessoas… assunto encerrado.

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Ontem, pós faculdade, de volta para casa, a Mariana me pediu para acompanhá-la na primeira caminhada dela que seria hoje, logo de manhã. Com certeza de que eu iria perder o horário, pedi para que ela insistisse em ligar à partir das 6h00 para me despertar.

Ao chegar em casa, assisti ao Jô e só então, dormi, ciente de que às 6h00 estaria levantando para às 6h30 caminhar com ela.

Só aceitei acompanhá-la na caminhada, para fazer companhia. A justificativa da prática do esporte era de que ela está cinco quilos a mais do normal. Juro, não sei onde ela buscou esses cinco quilos a mais. Mariana é magra, linda, perfeita, a nora que mamãe sempre sonhou.

Porém hoje, às 6h00 em ponto acordei e, olhando para a hora no celular, notei que Mariana ainda não tinha ligado. Seis e quinze, nada. Seis e meia, nem notícia. Decidi então ligar para ela:

- Alô?! - disse aquela voz rouca de sono.

- Oi, Mariana... está pronta? - perguntei com a certeza de que ela não tinha nem acordado.

- Sabe o que é, Lucas - disse ela lentamente com um bocejo demorado e preguiçoso -, ontem, quando cheguei da faculdade, assisti um filme e demorei dormir.

- Hum... eu também demorei para dormir, afinal, assisti ao Programa do Jô até o final.

Segundos de silêncio total.

- Onde você está?

- Em casa.

- Ai, Lucas... você não vai ficar bravo comigo?

- Não, Mariana... não ficarei bravo se você fazer aquele bolo de chocolate que você prometeu.

- Tá - disse a voz rouca e fraquinha.

Já completamente despertado, decidi organizar minha vida de universitário: fazendo o 'benedito' Seminário que minha professora pediu.

Afogando o Ganso

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Semana passada, eu e minhas amigas de faculdade estávamos falando sobre as origens das giras que não sai da boca do povo. Eis que surgiu uma gíria famosa, cuja não tínhamos resposta ou fontes para responder qual a origem: “Afogar o Ganso”.

Ainda sem saber a origem da gíria, ao chegar em casa, liguei a TV e naquele exato momento, o Jô Soares estava falando com um dos autores do livro O Guia dos Curiosos – Sexo. E sobre o que estavam falando? A origem do termo “Afogar o Ganso”.

Partilho com vocês essa coincidência: A croaca do ganso se contraía quando ele se afogava, dando então prazer ao homem, que estava tendo relações sexuais com o animal. Daí, a partir dessa anomalia dos chineses, surgiu a gíria. Em resumidas palavras: “No passado, os chineses costumavam manter relações sexuais com gansos. Pouco antes de ejacularem, os homens afundavam a cabeça da ave na água, para poderem sentir os espasmos anais da vítima.”

Ter amigos e assistir ao Jô é cultura, não?

Estou aqui com os olhos ardendo, mas curioso para ver a entrevista que Jô Soares irá fazer com Fernanda Honorato, que é atriz, atleta, passista de escola de samba e, por incrível que possa parecer, a primeira repórter do país com Síndrome de Down.

Fico eu imaginando, quantas pessoas normais ficam paralisadas, parecendo na verdade parasitas. Tiro o chapéu para a Fernanda, por isso quero saber um pouco mais sobre ela, que assim como nós, é normal e garanto a vocês que as pessoas que tem Síndrome, são capazes de obter muito mais resultados que nós.

Olha lá, já está na hora…

Cada dia que passa, mais um novo milagre vem à tona nos noticiários do mundo inteiro, e quem é o autor desse acontecimento espantoso? El ex-bispo  e atual presidente do Paraguay, Fernando Lugo.

E por incrível que possa parecer, ele é o maior galã da área paraguaia e mulheres de apenas 27 anos estão brigando na justiça, querendo fazer com que Lugo reconheça a paternidade de seus filhos. E ele, num sentimento sóbrio e consciente, declara: “Isso é um milagre”.

Será um Henri Cristo paraguaio? Não sabemos ainda a origem desse mocinho-vilão. Só se tem notícias de que essa novela vai ter muito pano pra manga, ou quem sabe, um só pai para um montão de babuínos.

Mas vamos pensar pelo lado bom, enquanto (lê-se ‘encanto’) aqui no Brasil o Lula nos chama de companheiros e companheiras, Lugo (coincidência, não?) chama seu povo de ‘meus filhos e minhas filhas’.

Querendo ou não, a imagem do presidente paraguaio cresceu muito na mídia internacional e, inacreditavelmente mais rápido que nosso Sr. Lula, que foi chamado pelo Obama de ‘O cara’.

Depende da interpretação de ‘O cara’: cara de pau e assim vai, mas daí, é outra história!